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Analistas referem que venda de eléctricos na China é encarada como 'obrigação'

BMW Com o governo chinês a conceder apoios aos construtores que apostem em modelos híbridos Plug-in, alguns analistas entendem que as marcas estão a promover lançamentos de novos veículos eléctricos sem grandes perspectivas de vendas, mas apenas para agradar ao governo local. Segundo a Bloomberg, marcas como a Toyota, Volkswagen, BMW e a Hyundai aprestam-se a lançar cerca de 40 novos modelos apenas neste ano, mas alguns analistas admitem que esse é o “custo de entrada” para acederem ao mercado chinês. “Muito disso é apenas para o espectáculo e as marcas apenas querem agradar ao governo”, é citado James Chao, director geral da IHS Automotive em Xangai, no site da Bloomberg. Opinião idêntica tem Ashvin Chotai, director geral da Intelligence Automotive Asia, que estabelece o exemplo da Toyota como paradigmático da situação actual naquele país. A marca nipónica vai lançar duas novas sub-gamas de veículos eléctricos na China, a Leahead e a Ranz, em parcerias com a Guangzhou Automobile Group e a FAW Group, mas Chotai refere à Bloomberg que “vão fazer alguns lançamentos exuberantes e algumas vendas, mas não espero grandes ondas. É apenas uma distracção, uma dor de cabeça indesejada”. Recorde-se que China tem levado a cabo uma série de iniciativas para promover os veículos eléctricos no país, incluindo incentivos à produção de veículos com aquelas características no território. Contudo, os construtores admitem que lançar veículos eléctricos na China é agora uma necessidade para conseguirem autorização para construírem fábricas no país. Recentemente, Carlos Ghosn, representante máximo da Aliança Renault-Nissan, veio a público pedir mais incentivos para os veículos eléctricos no mercado chinês, considerando que os mesmos são insuficientes nos moldes actuais.]]>

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