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Opel equaciona motor de 1.6 litros para o futuro Astra OPC

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O segmento dos compactos desportivos continua a ser um dos mais apelativos para as marcas, não tanto por uma questão de vendas, mas pelo facto de representar uma imagem de estatuto mais dinâmico na gama. Ainda a alguma distância no calendário de lançamentos, a Opel equaciona já o desenvolvimento de uma versão mais potente OPC para o Astra, sendo que a principal novidade poderá ser a adoção de um bloco de apenas 1.6 litros de cilindrada.

Com uma das principais premissas de desenvolvimento deste modelo a passar pela redução de peso e das dimensões gerais, o novo Astra OPC poderá vir a receber uma motorização de 1.6 litros, na medida em que as dimensões da baía do motor da nova geração são mais reduzidas, o que se traduz na impossibilidade de montar um motor maior como o de dois litros do atual Astra OPC.

Segundo Marc Schmidt, engenheiro chefe do novo Astra, o motor 1.6 é neste momento o máximo a que o Astra pode aspirar, sendo o “motor de maiores dimensões que conseguimos acomodar”, como explicou em declarações ao site Caradvice.com.au.

Contudo, a aposta no downsizing poderá ter correspondência nos efeitos positivos da redução do peso geral operada nesta nova geração do Astra, que nalgumas versões chega a ser de 200 kg em comparação com a que se apresta a deixar o mercado. Dessa forma, também o esquema de suspensão dianteiro HiPer Strut para modelos com tração dianteira é ‘carta fora do baralho’ para o novo Astra mais desportivo, uma vez que não cabe na secção dianteira mais compacta do modelo vindouro.

Schmidt assevera, no entanto, que esse elaborado esquema de duplo pivot que visa neutralizar os efeitos do chamado ‘torque steer’ e melhorar a dinâmica em curva, é compensado pela redução do peso e das dimensões.

“Olhem para o peso do GTC e é evidente a razão pela qual tivemos de o fazer. Tivemos de oferecer tecnologia mais elaborada para garantir os níveis de performance que desejávamos. A redução de massas [no novo Astra] é fantástica em comparação com a forma como se sente e como se controla e é por isso que a HiPer Strut não é necessária neste ponto”, garantiu aquele responsável, para quem uma versão mais especial é sempre uma hipótese, embora essa obrigasse a alterar a própria arquitetura do modelo.

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