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Ensaio Toyota Aygo x-cite2: o poder do X!

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O nosso primeiro contacto com a nova geração do Toyota Aygo foi feito no Vodafone Paredes de Coura, um dos quatros festivais onde a marca nipónica esteve presente para oferecer “boleias” e brindes. O pequeno citadino encantou a comunidade certa e inspirou confiança e conforto.

Agora, coube-nos trazê-lo para para casa e com tempo atentámos aos pormenores que a marca tanto promete: um automóvel divertido e único. Afinal de contas, a primeira geração recebeu dois restylings mas nenhuma das versões se assemelha ao pequeno ‘X-Man’ que conduzimos.

Tudo se resume a um X

A dianteira do Aygo exibe um grafismo em X que o diferencia de qualquer outro modelo no seu segmento. É exuberante, é certo, mas para aumentar o seu ‘carisma’ conta ainda com cores fortes na carroçaria tal como o que experimentámos revestido a azul celeste.

Os nomes das versões disponíveis são também derivadas da letra X (x, x-play, x-play plus, x-wave, x-clusiv x-cite2 ex-pure) sendo que a unidade de ensaio é a x-cite2. Entre elas os equipamentos de série, os acabamentos e as cores de carroçaria diferenciam em muito apesar de ser a x-wave a que mais se destaca devido ao seu formato ‘cabrio’.

Todas as versões são altamente personalizáveis pelo que se irá perder nas inúmeras hipóteses patentes no catálogo do modelo. Neste caso concreto, para além dos acabamentos em plástico preto brilhante o Aygo x-cite2 contempla uma câmara traseira, jantes em liga leve de 15 polegadas glossy black machined, espelhos retrovisores bold black, difusor traseiro e “X” dianteiro em piano black e tejadilho em preto.

Conforto e segurança são regra geral

Uma das características que mais sobressaem neste Toyota é o conforto em estrada mesmo em dias muito ventosos ou a velocidades mais elevadas, assegurando boa estabilidade. Tratando-se de um carro leve e pequeno, o Aygo mostrou-se um citadino fácil de conduzir, bastante ágil (com um raio de viragem de 5,1 metros) e com ritmos interessantes. Com 2200 mm de comprimento, 1250 mm de largura e 1155 mm de altura, o espaço no interior é interessante, ainda que pudesse oferecer mais volumetria para as pernas nos lugares posteriores. A bagageira do Aygo cresceu ligeiramente para os 168 litros.

Como sistemas de série, para qualquer versão, destaca-se o Controlo de Estabilidade e o de Tração, o Controlo de Assistência nos Arranques em Subida e o Sistema de fixação ISOFIX. Já como opcional surge o sistema de pré-colisão e alerta de mudança de faixa de rodagem.

A marca nipónica lançou ainda em exclusivo o sistema X-Touch para este modelo que representa uma versão simplificada do Toyota Touch. Contempla um ecrã de sete polegadas e ar condicionado automático. Além disso conta com bluetooh, ideal para conetar o smartphone ao veículo. Pessoalmente, os comandos no volante para controlo áudio e de chamadas são extremamente úteis e intuitivos.

Em termos de motorizações a unidade ensaiada, de cinco portas, estava equipada com um motor 1.0 litros de três cilindros e 69 cv acoplado a uma caixa manual de cinco velocidades. Consegue registar consumos baixos, na ordem dos 4,5l/100 km ainda que a marca indique 4,1 l/100 km de consumo médio, acabando por ser um bom registo. O seu poder de aceleração dos 0 aos 100 km/h faz-se em 15,5 segundos e atinge uma velocidade máxima de 160 km/h, mostrando-se despachado q.b. sobretudo em terreno urbano, onde está mais à vontade.

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Veredito

O Aygo recebeu uma estratégia de marketing que o deixou bem posicionado face aos seus concorrentes. É jovem, colorido e essencialmente ágil e fácil de conduzir. Surpreendeu pela sua performance e pelos equipamentos que possui, destacando-se dos seus irmãos franceses.

Conheça aqui todas as especificações e Equipamentos deste modelo.

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