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Galeria: A reinterpretação de 70 ícones da Ferrari (Segunda parte)

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Ferrari 500 Mondial Pinin Farina Spider (1954)

Construído em série muito limitada – apenas 14 unidades -, o Ferrari 500 Mondial Pinin Farina Spider foi propriedade do entusiasta Porfirio Rubirosa, que competiu numa única competição, em Santa Barbara, em setembro de 1954 com o número 235. Terminou em oitavo na geral e segundo na categoria.

Ferrari 375 MM Pinin Farina Berlinetta (1954)

Modelo único e bastante especial. Foi originalmente encomendado pelo cineasta Roberto Rossellini para oferta à atriz Ingrid Bergman. Acabou por ser o carro que deu à Ferrai a icónica cor Grigio Ingrid.

Ferrari 250 GT Berlinetta Scaglietti (1956)

Este 250 GT Berlinetta Scaglietti foi uma das poucas berlinettas de competição criadas pela Ferrari. Este modelo foi primeiramente propriedade do Marquês Alfonso de Portago que venceu a prova de resistência do Tour de France, dando origem à sigla TdF que, posteriormente, seria utilizado pelo F12tdf.

Ferrari 290 MM (1956)

A história deste 290 MM não poderia deixar de ser referida. Utilizado por Juan Manuel Fangio nas Mille Miglia de 1956, este modelo conta com a bandeira Argentina na secção dianteira. A competição teve quatro modelos da Ferrari nas quatro primeiras posições.

Ferrari 250 Testa Rossa (1957)

Na história da Ferrari, a denominação Testa Rossa ganhou um lugar muito especial, sobressaindo também pela sua decoração vermelha com faixas branca e azul em 1957. O 250 Testa Rossa foi um modelo lendário que dominou nas pistas com diversas variações a vencerem um conjunto de dez Campeonatos de Velocidade.

Ferrari 250 Testa Rossa (1957)

Este 250 Testa Rossa prateado de 1957 demarca-se do resto da multidão, com uma faixa exterior vermelha e interior da mesma cor. Foi um modelo que dominou a cena competitiva.

Ferrari 250 GT Coupé Pinin Farina (1959)

A pintura vermelha tornou-se emblemática neste ano, sobretudo pela aparição de Marilyn Manson no filme ‘Quanto Mais Quente Melhor’. Mas também a Ferrari apostou nesta cor para o seu 250 GT Coupé Pinin Farina que conjuga cor Grigio Conchiglia para o tejadilho e Rosso Bordeaux para a carroçaria. No interior, vinil e pele em preto.

Ferrari 158 F1 (1964)

O 158 F1 trouxe para a Ferrari uma coroa de pilotos para o lendário John Surtees, piloto que também foi campeão nas duas rodas. Mas para o conseguir, o piloto teve de guiar um Ferrari com as cores da licença Norte-Americana. Devido a um diferendo com as autoridades regulamentares Italianas pela homologação de um modelo de competição de motor central, os 158 F1 foram inscritos pela NART, dos EUA. Daí a decoração que dá origem ao modelo comemorativo.

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