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TecFactory da Mercedes-Benz: onde os robôs e os homens trabalham juntos

Dr. Matthias Reichenbach, Verfahrensentwicklung Neue Fertigungs- und Fabrikkonzepte, mit einem modernen Leichtbauroboter, der Komponenten des Doppelkupplungsgetriebes (DCT) montiert. Ein direkter Kontakt zwischen Mensch und Roboter ist hier sogar ausdrücklich erwünscht: Auf einen Schubser hin nimmt der Roboter seine ihre Arbeit auf. Dr. Matthias Reichenbach, Process Engineer, with a modern lightweight robot installing the components of the dual-clutch transmission (DCT). Direct contact between man and machine is even expressly desirable: the lightweight robot starts his work after being given a slight push

A Mercedes-Benz criou uma espécie de fábrica dedicada aos testes de novos conceitos de produção e ideias, a TecFactory em Sindelfingen, um espaço que permite aos engenheiros da marca alemã partir de uma ideia inicial, passando depois aos testes e à produção em série, para a criação de várias aplicações, incluindo soluções logísticas inovadoras usando sistemas de transporte sem condutor.

A fábrica de testes é um dos principais constituintes TecFactory. “É aqui que testamos os processos de produção do futuro,” explica Andreas Friedrich, Diretor da Fábrica de Tecnologia, Mercedes-Benz Cars, Daimler AG, acrescentando que “num cenário ideal, as aplicações saem daqui diretamente para a produção em série. Depois, isto deixa-nos espaço para tentarmos novas ideias.”

As grandes instalações de produção albergam engenheiros e técnicos que ocupam diversas estações de trabalho, com robôs de pequena e média dimensão, que agarram, movimentam ou instalam componentes, tais como olhais e tapa-furos na carroçaria ou palas contra o sol.

 

Der Mensch, der an der virtuellen Montagestation testen soll, wird überall am Körper mit reflektierenden Kugeln ausstaffiert, ebenso Werkzeuge wie Schrauber. Rund um die virtuelle Montagestation platzierte Kameras erkennen dann mit ihrer Hilfe die menschlichen Bewegungsmuster und Werkzeuge Reflective balls are attached all over the body of the person assigned to conduct a test at the virtual assembly station. The same balls are also used to track tools. Cameras positioned around the virtual assembly station use these clusters to recognise movement patterns

 
Na fábrica de testes o espaço é aberto a todas as estações de trabalho e as cercas de proteção não existem, numa estreita ligação entre humano e máquinas. “Esta nova forma de trabalhar em cooperação e sem cercas de proteção é possível porque estes robots de última geração têm capacidades sensitivas”, explica Friedrich. Nestas instalações, robôs inteligentes usam os seus sensores para registarem o seu meio ambiente circundante imediato e detetarem a existência de qualquer tipo de resistência. Por exemplo, caso uma pessoa entre dentro do seu campo de ação, o robô consegue interromper a sua sequência de movimentos, reconhecendo ainda a existência de colisões com outros componentes e introduzir uma pausa no seu movimento.

Mas o contato entre homem e robô também existe. Determinados robôs de baixo peso iniciam o seu trabalho após “sentirem” um toque de um humano, ou são ainda levados à mão, sendo que o trabalhador move o braço articulado do robot até ao ponto de início da tarefa em questão e o robot inicia o trabalho.

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