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Governo Francês não apoia mudanças na estrutura Renault-Nissan

renault-nissan Com a garantia do duplo voto por parte do Governo Francês na aliança Renault-Nissan, a estrutura da parceria não deverá sofrer quaisquer alterações, segundo afirma Emmanuel Macron, ministro da Economia de França. Macron salientou ainda que o Governo não irá aceitar, em qualquer circunstância, que o equilíbrio da empresa seja revisto e restabelecido. Recorde-se que no ano passado, o governo aprovou uma lei que concede aos accionistas com mais de dois anos de presença numa companhia o direito de contar com voto duplo, o que para Carlos Ghosn, responsável máximo da Aliança Renault-Nissan, surge como uma contradição com o sistema de um voto por acção. Assim sendo, o Estado Francês detém perto de 20% do fabricante, tendo aumentado a sua presença na empresa com o objectivo de salvaguardar os interesses da Renault. Sabe-se ainda que a marca francesa detém 43,4% da Nissan enquanto a Nissan só detém 15% da Renault. Na prática, a lei do duplo voto é desproporcional na medida em que a Nissan, que detém 15% das acções da Renault, não tem qualquer poder de votação enquanto o governo fica com 28% de poder de decisão. A medida foi muito contestada em Tóquio. Segundo a Reuters, no início deste mês, a França ter-se-á oferecido para limitar os seus direitos de voto na Renault de modo a que esta luta pelo poder fosse “atenuada” mas Carlos Ghosn já se mostrou determinado em avançar com as alterações na estrutura do seu Grupo de modo a que o fabricante nipónico tenho um parecer mais ativo na aliança.]]>

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