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Vendas de automóveis novos crescem 6,0% em março

vendas mercado

O mercado de automóveis novos de passageiros voltou a registar uma prestação bastante positiva no mês de março, com os mais recentes dados da Associação Europeia de Construtores Automóveis (ACEA) a indicar um crescimento de 6,0% no mês passado comparativamente ao mesmo período do ano passado. Assim, o mercado cresce pelo 31.º mês consecutivo para um total de 1.7 milhões de unidades vendidas (1.700,683).

Com estes valores, em termos de volume, o mês de março de 2015 regressa a níveis próximos aos de março de 2007, ou seja, de um período pré-crise, reforçando uma vez mais a ideia de que o setor automóvel na Europa está em crescimento apesar de alguns constrangimentos que ainda se verificam nos países da UE.

Dos cinco grandes mercados, nota para os alcançados pela Itália (+17,4%) e por França (+7,5%) e Reino Unido (+5,3%), ao passo que, desta feita, os mercados de Espanha e Alemanha mostraram ligeiríssimas quebras, de -0,7% e de -0,04%, respetivamente. Uma das explicações para esta quebra passa pela quadra pascal no mês de março deste ano, ao passo que no ano passado a mesma havia calhado no mês de abril. Com isto, reduziram-se os dias de registo para novos automóveis.

Portugal seguiu a toada de crescimento e muito por ‘culpa’ do mercado de rent-a-car, mas também à expetativa de antecipação dos consumidores particulares do novo Orçamento de Estado (OE) cresceu 31,8% no mês de março.

No que diz respeito ao aglomerado deste primeiro trimestre do ano, o registo de novos automóveis de passageiros aumentou 8,2% face ao período homólogo de 2015, para um total de 3.819,269 unidades. Todos os grandes mercados têm desempenho bastante positivo, contribuindo para uma reviravolta generalizada no mercado Europeu.

Dos ‘big five’, o mercado Italiano cresceu 20,8%, seguindo-se os Francês (+8,2%), Espanhol (+6,9%), Britânico (+5,1%) e Alemão (+4,5%), estes últimos com uma subida mais ligeira. Portugal tem um crescimento igualmente relevante num mercado que foi bastante afetado pela crise: de janeiro a março o crescimento foi de 26,4%, marcando desta forma uma toada de recuperação vincada.

VEJA AQUI OS DADOS COMPLETOS.

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