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Google, Ford, Volvo, Uber e Lyft formam coligação em prol da condução autónoma

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Numa junção de esforços pela regulação da tecnologia de condução autónoma, diversas empresas de renome ligadas à indústria automóvel formaram uma coligação para incentivar as autoridades Norte-Americanas a criarem um quadro legal para os veículos autónomos. Esta união de esforços envolve marcas automóveis como a Ford e a Volvo Cars, mas também empresas como a Google (através da unidade Alphabet Inc), Uber e Lyft.

A Coligação de Condução Autónoma para Estradas mais Seguras, que terá como porta-voz David Strickland, antigo responsável da Administração Nacional de Segurança de Trânsito Rodoviário (NHTSA), foi criada terça-feira, encontrando-se a trabalhar com “os legisladores, reguladores e com o público para o reconhecimento dos benefícios sociais e de segurança dos veículos autónomos”.

Tendo como missão primordial desenvolver um quadro legal com municípios e empresas para implementar os veículos autónomos nas estradas dos locais, este conglomerado aponta que “o melhor caminho para esta inovação é ter um conjunto claro de normas federais”, de acordo com Strickland em declarações citadas num comunicado emitido sobre este tema.

Tanto a Ford como a Volvo têm sido grandes apologistas da condução autónoma, propondo programas complexos de condução autónoma avançada, com diversos protótipos de teste, o mesmo sucedendo com a Google, que tem sido uma das empresas mais ativas na promoção da mobilidade autónoma, não só com o seu modelo de testes, mas também com a tentativa de implementação de leis federais que lhe permita ensaiar o seu Google Car sem restrições entre estados distintos.

A Ford indica que o grupo irá “trabalhar em conjunto para a promoção de soluções políticas que apoiem a utilização de veículos que sejam completamente autónomos”. A marca de Detroit tem testado soluções deste género com o Mondeo Hybrid autónomo a rodar pelas estradas dos Estados Unidos da América (EUA), ensaiando diversos sistemas como a condução noturna ou em estradas com marcações pouco visíveis ao olho humano.

A NHTSA, por seu lado, pretende apresentar aos estados, reguladores e empresas, já no mês de julho, um guia sobre o tema, de forma a clarificar a situação relativa aos veículos autónomos, os quais neste momento não podem operar sem controlos humanos. Em resposta a isto, os membros da coligação indicaram que este tipo de veículos poderá oferecer novas dimensões em termos de mobilidade automóvel e de segurança, procurando eliminar o erro humano da equação de condução.

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