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Como um ‘fantasma’ num jogo de corridas voltou a ligar pai e filho

 

Unindo o mundo dos videojogos com a cultura automóvel e com a vertente emocional, surgiu em 2014 um relato de um jovem que, enternecedor, tem agora um novo desenvolvimento no presente. A história gira em torno de um adolescente que em 2014 contou a sua história num vídeo publicado no Youtube pelo canal PBS Game/Show dedicado a jogos de vídeo.

A temática do vídeo era simples: seria possível a um jogo de computador oferecer uma experiência além da simples imersão virtual? Poderia um jogo oferecer uma natureza espiritual de conexão com outras pessoas? No meio de muitos dos comentários surgiu o de ‘00WARTHERAPY00’, que contou a sua história ao ‘volante’ virtual de um dos seus jogos antigos e de como esse jogo o voltou a ‘ligar’ ao seu pai, que havia falecido anos antes.

A explicação não tem qualquer teia de sobrenatural. Antes pelo contrário. O adolescente e o seu pai partilharam muito tempo aos comandos (literalmente) dum jogo de simulação automóvel na Xbox, primeira consola lançada pela gigante da tecnologia Microsoft em 2001, mas o progenitor viria a morrer quando o filho tinha apenas seis anos. Dez anos depois, a criança, agora já avizinhando-se da idade adulta, voltou ao jogo RalliSport Challenge, o qual, segundo refere, “era bastante espetacular para a época em que surgiu”.

Durante dez anos, ‘00WARTHERAPY00’ não conseguiu voltar àquele jogo de simulação automóvel, mas quando o fez descobriu que havia uma marca do seu pai – um ‘fantasma’ do melhor tempo alcançado num dos troços. Para os mais afastados das lides virtuais, um ‘fantasma’ é o registo de um recorde que fica gravado em formato de competidor ‘transparente’ para servir de comparação com o tempo atual do jogador. Assim em pista ou estrada surgem dois carros, o do jogador e outro, translúcido, referente ao melhor tempo.

Naquele momento, o jovem e o seu pai voltaram a jogar o mesmo jogo. Sob esta premissa, surgiu agora um vídeo bastante tocante sobre a história deste rapaz e da sua ligação ao seu pai por intermédio de um jogo de consola. O título dessa curta-metragem, realizada por John Wikstrom, tem em conta essa mesma tónica – ‘Player Two’ (Segundo jogador).

Ao que tudo indica o ‘fantasma’ continua a valer e os dois continuam a jogar ‘juntos’.

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