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Ferrari LaFerrari Spider confirmado; Dino V6 longe disso

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Era um segredo já mal guardado: o nascimento do Ferrari LaFerrari Spider será uma questão de tempo, conforme revelou o novíssimo CEO da marca Italiana, Sergio Marchionne, em declarações à revista Automobile Magazine. Lançado há dois anos como um dos superdesportivos híbridos mais avançados do mundo, o LaFerrari tem gerado expectativas quanto à possibilidade de existência de uma derivação spider (descapotável), tendo Marchionne colocado agora um ponto final na dúvida. O LaFerrari Spider será uma realidade e não está longe.

Questionado pela revista sobre a eventual criação de um LaFerrari menos extremo, Marchionne foi lacónico: o único derivado do modelo transalpino será o descapotável, algo que o novo CEO da Ferrari confessa que… já não é grande segredo.

“O único produto futuro ligado ao LaFerrari é o spider. O que não é um segredo porque já temos abordado potenciais clientes”, revelou Marchionne, abordando também o tema de um possível Dino com motor V6, mesmo que tenha deixado mais questões no ar do que respostas taxativas.

“Normalmente não falamos destas coisas. Mas deixe que lhe pergunte [ao jornalista]: onde é que esse Dino deveria ser posicionado? Quanto é que deveria custar? Como é que se iria relacionar com o próximo 488? Qual é o equilíbrio adequado entre demasiadas unidades e as insuficientes? Ainda não encontrámos respostas para estas respostas”, afiançou.

Noutro âmbito, referindo-se à própria encruzilhada da indústria automóvel, Sergio Marchionne mostrou um posicionamento muito interessante face ao panorama atual. O Italiano, que poderá estar perto de anunciar um acordo com a Google para o desenvolvimento de condução autónoma para os seus modelos, revelou uma visão peculiar.

“Esta indústria está numa encruzilhada, não creio que nenhum de nós tenha uma ideia precisa da resposta certa. Para mim, a maior questão é o impacto que a tecnologia tem naquilo que fazemos. Como a formação de um ambiente de condução autónoma que é uma obrigatoriedade para o futuro e nem sequer é dispendioso. Os produtos vão atravessar um ciclo de se tornarem ou tecnologicamente obsoletos ou tecnologicamente relevantes”, explica Marchionne nesta entrevista. De igual forma, aquele responsável também não quer tornar a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) numa companhia de mobilidade, como algumas das construtoras têm vindo a fazer nos últimos tempos, rejeitando essa visão.

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