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Descoberta da Toyota pode levar à utilização de magnésio nas baterias

https://youtu.be/6Ew3fPBs0HE

A Toyota poderá ter descoberto um avanço importante para aumentar a capacidade das baterias elétricas e assim redefinir o campo da mobilidade sustentada. O segredo está na utilização do magnésio como substituto do lítio, material que até aqui tem sido a norma para a utilização em baterias elétricas.

Uma equipa de engenheiros do Toyota Research Institute of North America (TRINA) conseguiu aplicar o magnésio na conceção de baterias recarregáveis para veículos elétricos, material cuja densidade energética é mais elevada, além de permitir também uma utilização mais segura em diversas aplicações.

O magnésio é visto como um elemento mais estável na atmosfera, ao contrário do que sucede com o lítio – o qual pode entrar facilmente em combustão quando exposto ao oxigénio –, podendo também oferecer maior capacidade no armazenamento de energia. Assim, a sua aplicação em baterias – além das dos automóveis também outras, como as dos smartphones ou computadores portáteis poderão ser beneficiadas – poderá aumentar a longevidade e funcionalidade das mesmas.

A grande dificuldade na utilização do magnésio prendia-se com a necessidade de formar um eletrólito que não degradasse o magnésio no ato de produção, mas uma recente descoberta desta equipa de engenheiros da Toyota, a reboque do desenvolvimento das baterias de células de combustível a hidrogénio, parece abrir caminho para a utilização do magnésio como substituto do lítio.

A equipa, liderada pela engenheira química Rana Mohtadi, concebeu mesmo um estudo a detalhar esta descoberta, o qual foi publicado na Edição Internacional da Angewandte Chemie. A expectativa dos engenheiros é que esta solução possa começar a ser investigada por outras equipas de engenharia em todo o mundo e que possibilite o desenvolvimento mais rápido do magnésio para utilização em baterias. Mas não conte com a mesma para breve: a equipa de engenheiros da TRINA acredita que esta solução apenas estará pronta para utilização em baterias dentro de 20 anos.

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