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Audi SQ7 TDI chega em junho com preço a rondar os 120.000 euros

Com uma potência de 435 cv e um binário máximo de 900 Nm, o novo Audi SQ7 TDI assume-se como o mais potente SUV diesel disponível no mercado, tendo herdado inúmeras tecnologias do universo da competição. A sua chegada ao mercado nacional faz-se já em junho com um preço a rondar os 120.000 euros.

Munindo-se de diversas tecnologias provenientes das pistas, o SQ7 TDI explana um leque de novidades importantes, como é disso exemplo o compressor acionado eletricamente (EPC), assegurando-lhe elevado binário em baixas rotações. O motor TDI de 3956 cm3 foi desenvolvido a partir do “zero” com a premissa de aliar eficácia de utilização a elevada eficiência: os dois turbocompressores dos gases de escape são ativados de acordo com o conceito sequencial de carga, uma vez que os gases de escape fluem apenas através de um turbocompressor nos baixos e médios regimes. A segunda turbina apenas é ativada nos regimes mais elevados.

Um compressor acionado eletricamente (EPC) amplia o trabalho dos dois turbocompressores, particularmente nos regimes de rotações mais baixos, melhorando a entrega de binário e eliminando o tradicional “turbo lag”. Por não precisar da energia dos gases de escape, o EPC pode ser usado em qualquer altura, contornando as tradicionais fraquezas de um turbo clássico de ativação por gases de escape. O EPC fornece ao motor uma capacidade de resposta em menos de 250 milissegundos. Acionado por um compacto motor elétrico de 7 kW, atinge até 70.000 rpm.

A energia para o EPC, que atinge o máximo de 7 kW, é fornecida pelo subsistema elétrico de 48V. O SQ7 TDI tem este sistema elétrico mais potente para comportar a barra estabilizadora ativa eletromecânica (EAWS) e o EPC.

As suas credenciais também são imponentes: 435 cv de potência, 900 Nm de binário constante entre as 1000 e as 3250 rpm, aceleração dos 0-100 km/h em 4,8 segundos e velocidade máxima eletronicamente controlada a 250 km/h. No novo ciclo de condução europeu (NEDC) o consumo médio é de 7,2 l/100 km, que corresponde a emissões de CO2 de 189 g/km.

Tecnicamente, outras valências deste novo SUV passam pela integração de um pacote opcional de dinâmica de condução que compreende três módulos tecnológicos: diferencial traseiro desportivo, barra estabilizadora ativa eletromecânica e eixo traseiro direcional. A unidade de controlo integrada da suspensão, aplicada no SQ7 TDI, assume o controlo central dos amortecedores reguláveis, das molas pneumáticas, do diferencial desportivo e da distribuição das forças de rolamento.

Relevante é o sistema de barras estabilizadoras ativas, permitindo controlar a estabilidade da carroçaria através de um mecanismo eletromecânico. Na prática, trata-se de um pequeno motor elétrico com uma engrenagem planetária de três estágios que se encontra a separar as duas metades do mecanismo estabilizador e que atua consoante o tipo de piso. Numa estrada desnivelada, estão ativamente dissociadas uma da outra, resultando num melhor conforto de condução. Durante a condução desportiva, os tubos são retorcidos uns contra os outros. Este movimento reduz significativamente o rolamento da carroçaria, isto é, a inclinação do veículo em curva, aumentando a sua estabilidade e velocidade em curva.

Quanto ao sistema de quatro rodas direcionais, as rodas traseiras giram até um ângulo de cinco graus, facilitando as manobras de estacionamento. Dependendo da velocidade de deslocação, a direção das rodas traseiras pode ser oposta ou no mesmo sentido que as rodas dianteiras, aumentando a estabilidade e a dinâmica.

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