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O automóvel corre o risco de deixar de ser mass market, alerta o CEO da Ford Europa

LOS ANGELES, CA., Nov. 28, 2012--Jim Farley, Group Vice President, Marketing Sales and Service, Ford Motor Company, introduced the new 2014 Ford Fiesta with a 1.0-litre EcoBoost engine which is expected to be the most fuel efficient non-hybrid vehicle in North America and the 2014 Ford Fiesta ST which will deliver 197 horsepower--during  the 2012 Los Angeles  Auto Show.  Photo by:  Sam VarnHagen/Ford Motor Co.
LOS ANGELES, CA., Nov. 28, 2012–Jim Farley, Group Vice President, Marketing Sales and Service, Ford Motor Company, introduced the new 2014 Ford Fiesta with a 1.0-litre EcoBoost engine which is expected to be the most fuel efficient non-hybrid vehicle in North America and the 2014 Ford Fiesta ST which will deliver 197 horsepower–during the 2012 Los Angeles Auto Show. Photo by: Sam VarnHagen/Ford Motor Co.

“Os automóveis arriscam-se a tornar-se inacessíveis para a maioria dos consumidores por causa do aumento dos custos que os fabricantes vão ter para cumprirem as novas metas ambientais impostas pela união Europeia”, referiu ao Financial Times o CEO da Ford Europa. Jim Farley adiantou que a indústria automóvel pode tornar-se “elitista” devido a ter de instalar nos seus veículos tecnologia cada vez mais cara, para cumprir os novos limites que a EU se preparar para fixar para as emissões de dióxido de carbono e de óxidos de nitrogénio”.

“Entrámos numa nova Era, em que os custos poderão ultrapassar a capacidade dos clientes os poderem pagar; nenhum de nós quer produzir um automóvel tão inacessível que apenas as pessoas ricas os possam escolher”. Este é um dos principais desafios que o setor automóvel enfrenta na Europa. Jim Farley acredita que os clientes empresariais, como as gestoras de frotas, terão a capacidade de pagar por motores mais caros que se encaixem nos futuros níveis de emissões europeus, mas duvida que os particulares, com os seus orçamentos limitados, possam faze-lo.

“Temos de ter a certeza de que a legislação é realística de um ponto de vista de preço, porque não queremos transformar a produção de veículos numa indústria elitista”.

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