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Sergio Marchionne reticente quanto a modelo de negócio dos elétricos

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Abordando depois a questão dos veículos elétricos e da sua relevância para a indústria automóvel atual, Marchionne indica que pode ser um dos caminhos, mas não descarta a continuidade dos tradicionais motores a combustão, considerando que vão continuar a ser uma parte importante do fator de mobilidade, mesmo que a sua importância diminua.

Sergio Marchione Fiat

O maior problema decorrente da tecnologia elétrica para o CEO da companhia Italiana prende-se com a dificuldade de gerar lucro a partir destes modelos e, uma vez mais, deu o exemplo da Tesla. A marca de Elon Musk tem conhecido grande sucesso comercial e as vendas têm aumentado, até mesmo para os modelos vindouros, mas em termos financeiros a companhia de veículos elétricos ainda não saiu do ‘vermelho’.

“Bem-vindos ao mundo dos ícones! Eu não faço iPhones. Eu faço automóveis. Porque é que não faço o iPhone dos automóveis? Porque se parecer e soar como a Tesla, não sei como é que faço esse modelo económico funcionar. Não há nada que a Tesla faça que nós não consigamos fazer também. Nós produzimos carros, vendemo-los e ainda somos capazes de pagar as nossas contas. Mas não estou seguro de que possa recuperar todos os custos, quanto mais gerar lucro, a partir da eletrificação”, afirmou de forma contundente, deixando ainda a indicação de que “a resposta pode estar noutro lado qualquer e a questão é saber se estamos a fazer o suficiente para tentar explorar esse outro lado qualquer”.

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