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Saiba (mesmo) tudo sobre o novo Suzuki Ignis

Por definição, o Ignis é um crossover compacto que concilia versatilidade e conforto embrulhados numa carroçaria divertida e arrojada que bebe inspiração em produtos do passado da Suzuki como o Vitara ou o Cervo. Fique a conhecer todos os pormenores do Ignis e daqui a umas horas leia o primeiro ensaio feito em Espanha.

O conceito do Ignis é diferente da primeira geração do modelo, porque apesar daquele ser uma espécie de cruzamento entre uma berlina e um SUV, estava bem distante do atual modelo. Para o Ignis e porque a tendência atual assim o exige, a Suzuki criou um conceito de crossover compacto e um estilo muito próprio, disruptivo e, acreditem, muito interessante. Bebendo inspiração em modelos como o Cervo (ver foto) e o Vitara, o Ignis mostra-se irreverente e, sobretudo, atraente para os mais jovens. Porquê?

Porque é pequeno, musculado e tem soluções de funcionalidade e versatilidade interessantes, além de um interior garrido e divertido. E depois, há pormenores deliciosos que nos remetem para uma época em que os automóveis tinham personalidade. Veja a foto do Cervo que ilustra este artigo. Está a ver a forma do vidro lateral e os três entalhes atrás desse vidro? Olhe agora para o Ignis. Não é semelhante? Depois, na frente temos um arranjo semelhante que lhe assenta muito bem. Aliás, o corpo do Ignis é musculado e jovem, sendo agradável á vista. Tem personalidade!

Para a construção, a Suzuki usou aço leve de elevada resistência, conseguindo manter o peso do carro baixo, sem comprometer a rigidez. Ofereceu-lhe a possibilidade de contar com tração às rodas da frente ou às quatro, através do sistema AllGrip Auto e ainda uma caixa de velocidades automática. E para os mais exigentes no que toca às emissões, o Ignis está disponível com uma motorização híbrida.

Para o interior, a Suzuki não descurou a conectividade, oferecendo um sistema de info entretenimento simples, sensível ao toque, mas fácil de utilizar, ligação a vários tipos de smartphones (Android Auto e Apple Carplay e ainda o Mirror Link) e ainda pode acolher cartões de memoria SD, os quais com mapas podem funcionar como sistema de navegação. Chama-se SLDA (Smartphone Linkage Display Audio) e é comum a toda a gama Suzuki.

As formas redondas das saídas do sistema de climatização juntam-se ao desenho dos aros dos instrumentos. Depois é uma catadupa de pormenores como a tonalidade a duas cores de acordo com a pintura do exterior, e a posição de condução elevada, são apenas dois deles. No que toca ao equipamento de segurança, duas câmaras controlam no solo a distância entre o veículo e outros objetos, para além de “lerem” as formas desses objetos. São, assim, a base para três funções avançadas de segurança: Dual Camera Brake Suport (DCBS), aviso de saída de faixa e alerta de derrapagem.

O DBCS é suportado pelas câmaras e quando o veículo circula a uma velocidade de 5 km/h ou superior, as câmaras detetam veículos, peões ou obstáculos que se encontram na sua frnete, o que permite evitar colisões e minimizar os danos em caso de embate, através de avisos sonoros e luminosos e da travagem autónoma. O aviso de derrapagem está vigilante quando o veículo circula a velocidades iguais ou superiores a 60 km/h e derrapa de um lado ao outro da estrada. É atuado um sinal sonoro e acende-se uma luz de aviso. No caso de a derrapagem ser causada por sonolência, o condutor é alertado.

Poderá, ainda, escolher uma pintura bicolor para o seu Ignis, com cinco tintas diferentes com o tejadilho sempre pintado de negro. Depois há 14 cores disponíveis, três delas novas (Laranja Pérola, Azul Néon Metalizado e Ouro Pérola).

O Suzuki Ignis utiliza uma nova plataforma, simples onde se tentou libertar o maior espaço possível. A bagageira, por exemplo, tem 267 litros (227 com o sistema AllGrip de tração integral) e a Suzuki reclama um habitáculo cómodo e com espaço para quatro ocupantes. O banco traseiro desliza sobre calhas e rebate 50/50 as costas, oferecendo aqui a versatilidade esperada de um crossover. No habitáculo há vários espaços para arrumação, com o porta luvas a ter duas seções, os porta-copos na consola central a serem capazes de acolher garrafas de água o mesmo acontecendo nas portas. A visibilidade é algo que a Suzuki valorizou no Ignis. Com uma distância ao solo de 18 cm, o modelo está ao abrigo de alguns obstáculos e com uma posição de condução elevada, ao volante domina-se a estrada.

No que toca aos motores, o Ignis está disponível com o bloco 1.2 litros Dualjet que pode receber o sistema híbrido SHVS (Smart Hybrid Veihcle by Suzuki). Este é um sistema semihíbrido compacto que integra um gerador de potência, um motor elétrico e um pacote de baterias de iões de lítio. O motor a gasolina debita 90 CV às 6000 rpm, tem um binário de 120 Nm às 4400 rpm e exibe um consumo de 4,6 l/100 km com emissões de 104 gr/km. A versão híbrida não adiciona potência, mas reduz os consumos para os 4,3 l7100 km e as emissões para os 97 gr/km de CO2.

Estão disponíveis caixas manual e automática AGS (Auto Gera Shift) ambas com cinco velocidades. Esta última está baseada na caixa manual e não é mais que uma unidade robotizada que assegura a utilização da embraiagem e mudança de marcha no lugar do condutor. O Ignis pode ser encomendado com tração integral, neste caso o sistema AllGrip Auto. O sistema, como o próprio nome indica, distribui, automaticamente, o binário às quatro rodas quando detetam que as dianteiras perderam aderência.

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