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O Mini revisitado por David Brown (c/ vídeo)

 

Depois do Speedback GT, a David Brown Automotive decidiu modernizar um ícone britânico: o Mini, batizado para a ocasião de Mini Remastered.

A ideia da empresa inglesa foi modernizar um modelo antigo, como a Singer em relação aos Porsche 911, a Mechatronik e os Mercedes SL Pagode ou a Lyonheart e os Jaguar Type-E, mas numa base bem mais modesta – embora cada unidade, feita inteiramente à mão exija mil horas de trabalho por funcionário.

O chassis foi reforçado em relação ao modelo original tornando assim a sua estrutura mais rígida. A grelha é toda em alumínio e os faróis LED traseiros são diferentes dos originais. A paleta de cores é muito variada e o cliente pode escolher qualquer tom, inclusive o contrastante no teto (que reveste também o tanque de combustível).

No interior, a fabricante destaca o isolamento acústico assim como o luxo, o requinte e a atenção aos detalhes através do alumínio, couro e madeira trabalhados. O novo Mini dispõe também de ar condicionado automático, sistema de infoentretenimento com ecrã de 7,0 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, Bluetooth, navegação integrada, acesso sem chave, vidros elétricos e iluminação interior em LED.

Em termos de motorizações, o modelo vem com um motor de 1.275 centímetros cúbicos capaz de debitar 79 cv de potência e um binário máximo de 123 Nm. Com transmissão manual de quatro velocidades, a aceleração dos 0 a 100 km/h faz-se em 11,7 segundos enquanto a velocidade máxima é de 145 km/h.

Com suspensão e travões desenvolvidos especificamente para o carro – assim como motor e transmissão – a David Brown Automotive conta produzir cerca de 100 exemplares que terão um preço estimado de mercado de 58.500 euros.

 

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