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Novo Volkswagen Polo está quase pronto

Depois de revelado o Seat Ibiza, será a vez do VW Polo ser apresentado, desta feita no Salão de Frankfurt. Será um carro maior, mais tecnológico e com mais espaço interior.

A Volkswagen já ofereceu a alguns jornalistas a oportunidade de conduzir alguns protótipos – versões quase definitivas – do novo VW Polo. Há mais algumas novidades que se juntam a tudo aquilo que o AUTOMONITOR já lhe revelou ainda antes do Salão de Genebra.

O Polo está maior e pela primeira vez, quebrou a barreira dos quatro metros sendo praticamente do tamanho do Golf IV. Por essa bitola, deixaria de ser um utilitário, nos dias que correm ainda não subiu ao segmento dos compactos.

Estreia plataforma, a mesma que serve o Seat Ibiza, e uma gama de motores que tem por base o bloco de 3 cilindros com potências entre os 65 e os 115 CV, sendo que as versões base de 65 e 75 CV, sem turbo, são para frotas essencialmente. Com a sobrealimentação, o motor de três cilindros e 1.0 litros é bem mais interessante. O Polo utiliza caixa de cinco velocidades manual para os modelos base, uma unidade de seis marchas para os mais potentes e a opção de um DSG de dupla embraiagem com sete relações.

Inexplicavelmente, por agora, o motor 1.5 TSI não está no alinhamento de motores do Polo e por isso, para se ter mais potência há necessidade de recorrer ao bloco 2.0 litros TSI com 200 CV e que será o destaque da versão GTI. Sim, haverá motorizações a gasóleo, mas apenas p 1.6 TDI nas versões de 80 e 90 CV, o primeiro com caixa manual de seis velocidades, o segundo com uma DSG.

Mas a maior inovação está, mesmo, no interior com o Polo a entrar, decididamente na era digital. No centro do painel de instrumentos estará um ecrã com oito polegadas, enquanto que na consola central destaca um ecrã sensível ao toque e ligeiramente virado para o condutor, com todos os controlos do sistema de conectividade e com o Apple CarPlay e o Android Auto a destacarem-se na simplificação da utilização do smartphone. O Polo terá direito ao painel de instrumentos digital que, na VW, se estreou no Passat e já está disponível para o Golf (um extra que pode custar entre 600 a 900 euros), mas só a partir do nível de equipamento intermédio.

Outras novidades do Polo residem na direção que deixa de ser electro hidráulica para ser electro mecânica para ser compatível com o alargado número de ajudas á condução que o Polo exibe. Graças á utilização da plataforma MQB, o VW polo é mais leve 50 quilos que o antecessor.

Quem já o conduziu, destaca a harmonia do chassis com a suspensão, oferecendo uma utilização confortável. Bancos que ajudam a essa sensação e uma ideia de utilitário que deixa, totalmente de lado, uma condução entusiasmante. O Polo faz tudo bem, está bem filtrado, mas falta-lhe a centelha que só o GTI lhe pode conferir. Destaque, também, para a oferta pela primeira vez no Polo, de amortecedores totalmente adaptativos, embora como opção.

Depois de ler tudo isto estará a pensar: então, não vale a pena olhar para o Golf pois o Polo é tão ou melhor que aquele? Está a pensar errado. O Golf continuará a ser o dominador dos compactos, o Polo continuará a ser uma boa alternativa ao Golf, porque mais barato. Porque na bagageira, no espaço interior, no refinamento e na escolha de motores, o Golf é muito melhor. Continua a estar muitos furos acima do Polo. O novo utilitário da VW deverá chegar ao mercado logo depois do Salão de Frankfurt, provavelmente, em outubro ou novembro.

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