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Mégane, Dacia e Lada alavancam Grupo Renault

O volume de negócios do Grupo Renault subiu 25% no primeiro trimestre do ano, para 13,13 mil milhões de euros, face aos registos do período homólogo, impulsionado pelo sucesso dos novos modelos, por um melhor mix de produtos, pela produção de veículos para parceiro industriais e pela consolidação nas contas das vendas da associada russa Lada.

Sem a AutoVaz/Lada, as receitas aumentaram 19,7%, para 12,56 mil milhões.

Foto: Renault
O maior contributo foi dado pelo aumento vendas, que subiram 15,8% face ao primeiro trimestre do ano passado, para 873 678 unidades, alavancadas pela nova geração do compacto Mégane (foto). Num mercado que cresceu 4%, o Grupo registou ganhos de quota de mercado.

As entregas a clientes cresceram em todas as geografias, com a Renault e as Dacia a estabelecerem novos recordes trimestrais de vendas. Na Europa, as vendas subiram 10% e a quita de mercado aumentou para 8%, graças aos novos modelos, como o Mégane, e ao sucesso comercial do subcompacto Clio IV e dos SUV Captur, Kadjar e Dacia Duster.

Vendas de elétricos sobem 46%

As vendas de veículos elétricos aumentaram 46% para cerca de 10 mil unidades (não contando com o quadriciclo Twizy), devido ao novo ZOE com 400 quilómetros de autonomia.

Foto: RenaultFora da Europa, as vendas duplicaram na região da Ásia Pacífico e cresceram 31% na região África-Médio Oriente e Índia.

Como resultado direto deste aumento de vendas, as receitas do Grupo cresceram 9,2%.

A produção de veículos para parceiros industriais, como o fabrico do Nissan Micra, nas fábricas da Renault em França, ou a venda de kits para montagem no Irão, gerou um aumento de 3,5% do volume de negócios. Os ganhos cambiais favoráveis com o rublo russo e o real brasileiro, deram um input extra de 1,3%.

Mercado mundial deverá crescer de 1,5% a 2,5%

Para 2017, a Renault estima agora um crescimento do mercado automóvel mundial entre 1,5% e 2,5%, com o valor máximo do intervalo meio ponto acima das anteriores projeções. O mercado europeu deverá progredir 2%. Fora da Europa, Rússia e China deverão crescer 5%, a Índica cerca de 8% e o Brasil deverá permanecer estável.

Veja aqui a apresentação resultados financeiros 1º trimestre 2017 versão em Inglês

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