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Mazda CX-5: o AUTOMONITOR conta-lhe (mesmo) tudo

Neste momento a Mazda está em Barcelona a revelar aos jornalistas portugueses o novo CX-5 e antes de lhe oferecer o primeiro ensaio do modelo, aqui ficam todos os detalhes do SUV da Mazda.

Para lá de ser um carro muito importante para a Mazda, o CX-5 foi o primeiro a personalizar a linguagem de estilo “Kodo – Soul of Motion” (Kodo – A alma do movimento, ndr) quando foi lançado no já distante ano de 2012. Juntou-lhe a Mazda a tecnologia Skyactiv com propostas avançadas para chassis, motorizações gasolina e diesel, caixas de velocidade manual e automática, entre muitas outras. Foi também nesta altura que a Mazda lançou o mote “Jinba Ittai” ou o conceito do carro e o condutor fundidos num só. Enfim, a Mazda quis demarcar-se do seu passado debaixo das garras da Ford e mostrar ao mundo que tinha ideias próprias e capacidade para as desenvolver.

A verdade é que o CX-5 desde o seu aparecimento há cinco anos alcandorou-se a ma posição de destaque dentro da gama Mazda sendo um dos responsáveis pelo aumento de 60% das vendas da casa japonesa no Velho Continente, respondendo por 25% das vendas anuais da Mazda, totalizando já mais de 1.5 milhões de unidades comercializadas em todo o Mundo. Porém, num lago infestado de piranhas mais ou menos poderosas, a Mazda não se podia dar ao luxo de continuar a descansar á sombra dos resultados obtidos.

Assim chegámos a esta segunda geração do CX-5 (depois de um “facelift” do original em 2015) onde a Mazda partiu de uma base de sucesso refinando quase tudo aquilo que hoje está neste CX-5. Um carro que não mudou o tamanho, mas quase tudo dentro e por baixo do manto.

Estilo exterior e interior

O objetivo da Mazda para o estilo exterior do CX-5 era evoluir o conceito Kodo, na direção da maturidade e elegância e foi isso que os homens da casa japonesa fizeram. Além de redesenharem a grelha dianteira e afilarem os faróis, desenharam uma linha de carácter que acentua essa maturidade do desenho, deixando quase intocados alguns dos detalhes do anterior modelo.

No interior, manteve-se o tema “Jinba Ittai” da ligação homem máquina, com uma ergonomia estudada ao pormenor, um painel de instrumentos minimalista de muito bom gosto e alguns pormenores que o diferenciam do anterior modelo, como as saídas de ar do sistema de climatização. Os bancos da frente e traseiros foram revistos para oferecer mais suporte para o corpo e maior conforto. Pela primeira vez um Mazda tem abertura elétrica do portão traseiro e regulação da altura de abertura, também uma estreia na marca.

O ecrã central de 7 polegadas é novo com tecnologia LCD reforçada para diminuir brilhos e ângulos mortos devido à reflexão da claridade. O volante também é novo e oferece uma pega mais confortável e a possibilidade de ter aquecimento, enquanto o para brisas pode ser equipado com um sistema para derreter gelo através das lâminas dos limpa para brisas e, finalmente, os espelhos são retráteis quando o carro é trancado com o sistema “Mazda Advanced Keyless Entry”. Para lá de tudo isto, o CX-5 possui três temas para o interior (Black Fabric, Black e Pure White) com a adição de revestimentos em pele e outros materiais no tablier como madeira ou alumínio escovado.

Comportamento dinâmico

A Mazda gastou tempo e recursos para minimizar os índices de NVH (Noise, Vibration and Harshness, ou ruído, vibrações e aspereza). Conseguiu minimizar os ruídos de baixa frequência vindos da estrada e os de alta frequência vindos dos pneus, por exemplo. Desta forma, o interior ficou muito mais confortável. A base continua a ser a mesma do CX-5 um chassis Skyactiv que surge 15% mais rígido que anteriormente, o que permite uma resposta muito mais rápida aos desejos do condutor. Os técnicos da Mazda mexeram na direção, na suspensão e na travagem, tudo com o objetivo de melhorar o comportamento do carro, sem beliscar o conforto.

Outra novidade é o sistema G-Vectoring Congtrol (GVC), uma novidade da Mazda para o CX-5. O que faz este GVC? Ajusta o binário do motor consoante o ângulo de viragem do volante para otimizar a carga vertical em cada roda, deixando o condutor de ter de fazer correções no volante. O sistema dá, também, uma maior sensação de agilidade, torna mais rápida a direção na reação às mudanças de direção e, caso opte pela tração integral, permite que o CX-5 impressione no fora de estrada e em pisos escorregadios.

Motores e transmissão

O Mazda CX-5 está disponível em Portugal com duas versões do motor turbodiesel com 2.2 litros. Uma com 150 e outra com 170 CV. Além destes dois propulsores, a Mazda oferece, ainda, um motor a gasolina com 2.0 litros e 165 CV e outro 2.5 litros. Acoplados a estes motores podem estar caixas manual ou automática, sempre de seis velocidades. Há a opção de tração integral também. Neste departamento, nada de muito relevante a destacar.

Segurança

Desenvolvido como parte da filosofia Proactive Safety da Mazda, o CX-5 está equipado com uma gama de tecnologias avançadas e inovadoras de segurança englobadas no i-Activesense, que proporcionam padrões de desempenho de segurança de topo. A adoção de uma câmara sensível virada para diante que trabalha em conjunto com o radar de ondas milimétricas do sistema anterior ampliou as capacidades do Mazda i-Activesense. Radar Cruise Control (MRCC) com função Stop and Go e luzes adaptativas LED são equipamentos de série e ambos com recurso a funcionalidades avançadas. O Advanced Smart City Brake Suporte (Advanced SCBS) e o reconhecimento dos sinais de trânsito (TSR) estão disponíveis pela primeira vez na gama CX-5.

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