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Novo Renault Captur em junho, a partir de 18 mil euros

O novo Renault Captur chega a Portugal no primeiro fim-semana de junho, com preços a partir de 18.080 euros e duas nova versões; a XMOD com grip control e a topo de gama Initiale Paris.

Foto: Renault Media

A edição Captur 2017, atualização do mini SUV/crossover que a Renault lançou em 2013, mantém a mesma plataforma e motorizações, mas apresenta-se esteticamente atualizada com muito mais equipamentos.

Apesar da mais equipado, a Renault optou por manter os preços ao nível do anterior Captur, que está agora disponível a partir de 18.080 euros, para a versão com o motor gasolina Energy TCe 90 cv, no nível de equipamento base ZEN. Os preços da gama gasolina sobem até aos 25.530 euros da muito bem equipada versão topo de gama Initale Paris, com o motor TCe 120 cv e caixa automática de dupla embraiagem EDC, de seis velocidades.

Nos diesel, a entrada da gama faz-se com o motor Energy dCi 90 cv, também em versão ZEN, que custa 22.180 euros e vão até aos 28.230 dos Captur dCi 110 cv Initiale Paris.

No exterior, a principal novidade do Captur 2017 são os faróis full LED, em opção ou de série, consoante os níveis de equipamento, e a assinatura luminosa em forma de C das luzes diurnas, na parte inferior do pára-choques. As luzes traseiras LED integram igualmente esta assinatura luminosa, visível tanto de dia como de noite.

Foto: Renault Media Foto: REnualt Media

A grelha é ligeiramente diferente com uma moldura e uma faixa transversal cromadas, aproximando o novo Captur do look dianteiro dos mais crossovers Renault A parte inferior dos pára-choques, atrás e à frente, também tem um novo desenho. Outra novidade é a possibilidade de instalar um enorme teto panorâmico em vidro (opção).

Foto: Renault Media

Há também duas novas cores exteriores para a carroçaria — Laranja Atacama e Azul Oceânico –, e um novo cinzento Gris Platino para o tejadilho, alargando para 30 o total de combinações bicolores. As hipóteses de personalização alargam-se por seis packs de decoração para o exterior e cinco novos para o interior, novas cores para as molduras das jantes e novos revestimentos. Há quatro diferentes desenhos para as jantes, que podem ser de 16 ou 17 polegadas.

Foto: Renault Media

Com 4,12 metros de comprimento, o Captur mantém-se como um dos mais compactos modelos da categoria dos minis SUV, continuando a ter como base a mesma plataforma do Clio e do seu antecessor.

Líder incontestado do segmento dos mini SUV/crossovers, o que mais cresce em Portugal e na Europa, o Captur tem como principais rivais o Peugeot 2008, Ford Ecosport, Nissan Juke ou o mais recente Opel Crossland X.

Apesar do seu look de todo-o-terreno está disponível apenas com tração dianteira. As novass versões X-MOD estão equipadas com o sistema de controlo de tração Extended Grip, que reparte o binário pelas rodas, numa espécie de tração total light que melhora a aderência em situações extremas e que está a associado a pneus com especificações M+S (lama e neve).

A posição elevada de condução, tão do agrado do target feminino, é muito útil para circular em cidade proporcionando boa visibilidade. A suspensão faz justiça aos pergaminhos da marca, garantindo um conforto que os concorrentes não franceses não conseguem garantir, encaixando bem as irregularidades do terreno, apesar de se refletir um pouco no balancear em curva.

Em velocidades mais altas, o ruído de rolamento e do ar nos retrovisores exteriores faz-se sentir, embora sem chegar a incomodar.

Foto: Renault Media

Em termos de motorizações, o Captur 2017 mantém duas opões turbodiesel dCi 90 e dCi 110 e duas gasolina turbo TCe 90 e TCe 120, que podem ser associados a caixas manuais de 5 (nas versões menos potentes) ou de 6 velocidades ou à transmissão automática de dupla embraiagem EDC, com 6 relações.

Todos os propulsores prometem um excelente compromisso entre performances e consumos. Em regimes de rotações normais, são silenciosos e como os binários estão disponíveis a partir de regimes muito baixos 8de1750 a 2250 rpm), não é preciso puxar muito pelo conta-rotações.

O motor gasolina de entrada na gama é o tricilíndrico turbo de 898 cm3 e 90 cv de potência, já conhecido do anterior Captur e do Clio. Este 0.9 TCe 90, garante ao Captur uma velocidade máxima de 171 km/h, com um consumo misto anunciado de 4,9 litros aos 100 Km. Está disponível logo com o nível de equipamento base.

O bloco quatro cilindros turbo 1197 cm3 de 120 cv, garante melhores prestações e é um pouco mais suave, embora anuncie consumos mais elevados. Está reservado para os níveis mais equipados.

Os turbodiesel parecem mantém-se como uma excelente alternativas para quem anda fora da cidade, com o bloco 4 cilindros de 1461 cm3 declinado em variantes de 90 e 110 cv e consumos anunciados em tornos dos 4l/100 Km

O dCi 90 está disponível com caixa automática ou manual e o dCi 110 conta apenas com a caixa manual de 6 velocidades. Equipado com Stop & Start e com recuperador de energia nas travagens e desacelerações, anuncia consumos abaixo dos 4 l/100 Km e prestações boas em termos de velocidade de ponta (182 km/h) e acelerações (0-100 Km/h em 11,4 segundos), graças a uma nova arquitetura do turbo, que lhe permite tempos de resposta curtos a baixos regimes.

O interior é bastante confortável e com soluções muito funcionais, importadas de monovolumes, como os 12 cm de deslizamento longitudinal do banco traseiro, que aumenta a capacidade do porta bagagens ou o espaço para as pernas dos passageiros, consoante as necessidades, ou a grande variedade de espaços para arrumação de objetos, mais uma vez com o target feminino na mira.

Foto: Renault Media

Neste renovado Captur é evidente a melhoria da qualidade de alguns materiais interiores, a que se acrescenta a possibilidade de novos equipamentos, que não estavam até agora disponíveis, sobretudo ao nível da segurança ativa, como o detetor de veículos no ângulo morto de ultrapassagem, os sensores de estacionamento à frente, ou o sistema de estacionamento mãos livres e a câmara traseira de estacionamento.

A Renault passa também a disponibilizar no Captur o sistema de som premium de alta fidelidade desenvolvido pela Bose, enquanto que o sistema multimédia R Link, de série logo a partir de nível base, foi também atualizado e oferece agora total conetividade com smartphones e acesso a funções úteis para quem conduz, como a navegação, o acesso ao telefone, conteúdos multimédia e informações sobre o trajeto e o estado de veículo.

No meio da gama é proposto o Media Nav Evolution, um sistema multimédia completo com navegação integrada e informações sobre o trânsito, chamadas telefónicas mãos livres através de Bluetooth, streaming via smartphone, camara de estacionamento traseira e função Driving Eco2 para otimizar a condução e os consumos.

O sistema mais completo é o R-LINK Evolution, que tem integrado um tablet de 7 polegadas e conta com navegação e informações sobre o trânsito em tempo real, conetividade 3G e Bluetooth, integração de smartphones Android, leitor de fotos e vídeos e acesso a uma grande variedade de apps úteis disponíveis na Renault R-LINK Store e, consoante as versões, gestão das ajudas à condução

Foto: Renault Media

Aos níveis de equipamento Zen, Exclusive, Exclusive X-MOD, a Renault decidiu juntar o luxuoso topo de gama Initiale Paris, que se distingue pela sua grelha cromada e decorações exteriores específicas.

O nível Initiale Paris propõe uma gama de cores exclusivas, como o preto Ametista e jantes de 17 polegadas com desenho próprio. No interior, há bancos aquecidos em couro, volante e painel de bordo revestidos em pele, decorações cromadas, pedais em alumínio, entre outros requintes. Naturalmente que em termos de equipamentos, o Captur Initiale Paris faz o pleno, desde o sistema multimédia de topo aos vários sistemas de ajuda à condução.

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