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Kia Niro e Optima PHEV: olá frotas!

Continua o rolo compressor de novidades brotadas pela Kia, chegando a Portugal as versões híbridas “Plug-in” do crossover Niro e do topo de gama Optima. O importador nacional acaba de revelar que para as empresas, o Niro custa 29.100 euros e o Optima SW fica por agradabilíssimos 33.200 euros. Ah… falta dizer que terá de acrescentar o IVA à taxa legal de 23%.

Para si que não é empresário, os números são diferentes. O Kia Niro Plug-In Hybrid custa 39.740 euros que, graças á agressiva campanha de lançamento do importador, se transformam em 37.240 euros (menos 2.500 euros), enquanto o Optima SW Plug In Hybrid (ainda só há carrinhas, os carros só para o ano) fica por 48.750 euros. Vá lá, a Kia oferece, além dos sete anos de garantia, 5 mil euros na campanha de lançamento e, assim, pode comprar esta carrinha híbrida por 43.750 euros.

Voltemos ás empresas e ás frotas. Muitos são aqueles que não conseguem ver o evidente e preferem manter a aposta nos veículos diesel, pois o combustível é mais barato e a anacrónica legislação portuguesa permite abater o IVA do gasóleo e não da gasolina. Portanto, um carro a gasolina numa empresa é, mais ou menos, como uma viola num enterro. Mas… façamos contas.

Se a sua empresa comprar um híbrido pode amortizar a totalidade do carro até ao máximo de 50 mil euros. Estes dois Kia custam menos que isso… Depois, pode deduzir, totalmente, o IVA desde que o carro custe menos de 50 mil euros. Check! Finalmente, na tributação autónoma, até um valor de 35 mil euros, a contribuição é de 10%. Ora, um diesel só pode ser amortizado, na totalidade, se custar menos de 25 mil euros, não pode deduzir o IVA na hora da compra e na faixa de preço destes dois Kia, paga 27,5% de Tributação Autónoma. Pronto, o PHEV não deduz o IVA do gasóleo, o diesel deduz. Agora, como diria o atual Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, é fazer as contas e ter, provavelmente, uma agradável surpresa.

Percebe, agora, porque é que apresentei os preços sem IVA na entrada deste artigo? Pois… sem IVA consegue amortizar todo o carro, seja ele o Niro ou o Optima e pagará apenas 10% de tributação autónoma. Como a Kia oferece 7 anos de garantia para ambos os modelos e certamente ainda terá ali alguma coisa para oferecer no preço, percebe porque deve, mesmo, conversar com o seu gestor ou a sua gestora de frotas e olhar para os modelos híbridos “Plug-In”? É que, além de poupar algum, ainda fica com excelente reputação porque é um empresário que pensa no ambiente. E nos dias que correm isso dá jeito…

Outra conversa é perceber se estes dois modelos são os ideais para sí no que toca às características que exibem.

Poupados e eficientes

Hoje temos mais perguntas que respostas e os que afirmam ter descoberto o caminho das pedras sob este mundo cada vez mais estranho, tenham cuidado pois podem tropeçar a qualquer momento. Ou seja, apesar de alguns apontarem os elétricos como o futuro, outros torcerem o nariz e outros entenderem que os híbridos são a resposta necessária, ninguém sabe, mesmo! o que vai acontecer!

Comparando as performances dos híbridos, híbridos Plug-in e elétricos, percebemos que o equilíbrio está, como sempre, no meio. Os PHEV têm uma autonomia em modo elétrico que supera os 50 quilómetros, o que lhe permite andar em cidade sempre em modo elétrico e, quando rola em estrada, ajuda o motor de combustão interna a gastar pouco e emitir menos. Portanto, se tivesse de apostar numa solução de futuro, o meu voto iria para os PHEV.

No caso dos dois modelos da Kia, um deles é conhecido e uma oferta muito peculiar, já que o Niro é um crossover que foi pensado, apenas, para ser híbrido ou elétrico. O híbrido já está à venda e o AUTOMONITOR já o ensaiou (clique aqui para ler o ensaio) chega agora ao mercado o Plug-In e depois aparecerá o elétrico.

Com uma aerodinâmica pensada para ajudar a reduzir consumos, o Niro tem uma forma específica com cortina de escoamento de ar pela lateral e uma parte inferior do para choques dianteiro com entrada de ar ativa. Na casa das máquinas, está o mesmo sistema usado no Niro Hybrid, ou seja, o bloco 1.6 litros a gasolina com 105 CV, o motor elétrico com 61 CV, potência combinada de 141 CV. Contas feitas, emissões de 29 gr/km de CO2 e consumos de 1,3 l/100 km, com uma autonomia elétrica, graças à bateria de 8,9 kWh, de 58 km. A caixa de velocidades é uma unidade automática com seis relações.

O Optima SW Plug-In Hybrid funciona da mesma forma que o Niro. Porém, há algumas diferenças. Além de possuir uma grelha dianteira ativa – que abre ou fecha os canais de entrada de ar para o motor consoante as necessidades, permanecendo o mais tempo possível fechadas para beneficiar a aerodinâmica – e cortinas de ar laterais, os frisos laterais estão desenhados para ajudar a escoar o ar e minimizar o arrasto. Com isto, face à carrinha Optima “normal” o coeficiente de arrasto desceu dos 0.30 para os 0.28. Uma diferença assinalável para carros, aparentemente, iguais.

O motor é uma unidade de 2.0 litros a gasolina com 156 CV, a unidade elétrica tem 68 CV, oferecendo uma potência combinada de 205 CV. Graças a uma bateria de 11,26 kWh, a carrinha consegue uma autonomia em modo elétrico de 62 km. O consumo é de 1,4 l/100 km e as emissões de CO2 de 33 gramas por quilómetro.

Para ambos os modelos só existe um nível de equipamento, sempre muito completo que integra sistema de navegação, ar condicionado automático e toda uma série de equipamentos de segurança como a visão 360 graus, travagem autónoma de emergência, manutenção na faixa de rodagem, detetor do ângulo motor e muito mais. Os serviços conectados Kia ajudam a manter-se ligado ao Mundo, com a ajuda do Android Auto e do Apple Car Play, disponíveis de série. Além disso, o sistema de navegação antecipa o percurso e ajuda o condutor a escolher a melhor condução para maximizar a eficiência. E, como sempre, 7 anos de garantia para os dois modelos.

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