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Acabou greve dos motoristas de combustíveis

O Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosos (SNMMP) e a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) chegaram a acordo. A greve foi desconvocada e “normalização será gradual, não imediata”.

O sindicato dos motoristas de matérias perigosas e a ANTRAM chegaram a acordo durante a madrugada desta quinta-feira para pôr fim à greve dos combustíveis. O fim da greve não se traduz no entanto numa solução imediata, mas sim num acordo para garantir o fim do protesto – a primeira reunião de negociação será dia 29 de abril.

Nos próximos dias haverá uma normalização da situação: “Estão reunidas “todas as condições para que a normalidade seja reposta, embora isso não aconteça de forma imediata, uma vez que se registam situações de ruptura em vários postos de abastecimento”, afirmou o ministro Pedro Nuno Santos na manhã desta quinta-feira, em conferência de imprensa.

O ministro das Infra-estruturas sublinhou que o papel do Governo neste acordo foi o de mediador: “O que fizemos foi chamar as partes, logo depois do pré-aviso de greve, para que pudéssemos decretar serviços mínimos. (…) Quando se iniciou a greve havia serviços mínimos decretados”. [apesar de não terem sido cumpridos]

A Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) têm agora até 31 de dezembro para negociar colectivamente um acordo  – todo o processo será acompanhado pelo Governo e deverá “promover e dignificar a atividade de motorista de materiais perigosos”.

Esta negociação deverá assentar na individualização da atividade no âmbito da tabela salarial, na atribuição de um subsídio de risco, na garantia de uma formação especial e de seguros de vida, bem como exames médicos específicos, pode ler-se no documento.

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