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Maserati 5.000 GT enferrujado vendido por mais de 500 mil dólares

Encontrado em pleno deserto do Médio Oriente e totalmente enferrujado, o Maserati 5.000 GT foi mesmo assim vendido em leilão pela RM Sotheby’s por 533 mil dólares.

Mas porquê um valor tão alto por um automóvel tão enferrujado e a “cair de podre”? Resposta rápida: com o número de chassis AM103 018, este foi o único 5000 GT produzido alguma vez pela Ghia.

Mas voltemos um pouco atrás na história: o Maserati 5.000 GT Coupe foi encomendado pelo Xá da Pérsia, Mohammad Reza Pahlavi, nos anos 50 do século passado. O estadista queria um Maserati 3500 GT, mas com o motor V8 de 4937 cc do Maserati 450S de competição…

O motor construído em alumínio estava equipado com dupla árvore de cames em cada cabeça, quatro carburadores Weber 45 DCOE, ignição mecânica Magneti Marelli, duas velas por cilindro e lubrificação por cárter seco.

Pahlavi contratou o próprio Giulio Alfieri, o engenheiro chefe da Maserati, para desenvolver um motor mais utilizável no dia-a-dia com base no do 450S, com um diâmetro menor e um maior curso. O motor estava acoplado a uma caixa de quatro velocidades da ZF.

Somente 34 automóveis foram construídos com estas especificações, em diversas carroçarias por diferentes produtores italianos, conhecidos também por Maserati 5000 GT Shah of Persia. Todos os exemplares eram únicos, já que eram construídos sob encomenda e ao gosto de cada proprietário.

A lista de personalidades que adquiriram um exemplar foram, por exemplo, o presidente do México, Adolfo López Mateos, o ator Stewart Granger, o acionista principal da Fiat, Gianni Agnelli, o produtor de automóveis desportivos, Briggs Cunningham, ou o criador da Lambretta, Ferdinando Innocenti.

O modelo vendido em leilão – o 18.º dos 34 – foi o único produzido pela Ghia, tendo sido exibido no Salão Automóvel de Turim em

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