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Será a condução autónoma mais segura que a dos humanos?

Na IIª Conferência Automonitor, na sede da EDP, Arlindo Oliveira, presidente do Instituto Superior Técnico, revelou algumas das “verdades da condução autónoma”, incluindo a complexidade que estes veículos integram e trazem para o mundo em geral.

«Um carro autónomo vê o mundo de uma maneira muito diferente de nós», refere o presidente do IST. «Tem sensores que impedem alguns dos erros humanos comuns devido ao hardware e à visão» que integram.

No entanto, estamos longe de conseguir ter um modelo de integração sensorial do mundo suficientemente preciso para garantir a segurança comparável ao nível da condução humana, embora nunca irão existir carros 100% seguros. Mas estes veículos têm de ser 100 vezes mais seguros do que quando conduzidos por humanos, caso contrário não trarão mais-valias.

Arlindo Oliveira referiu que os grandes fabricantes estão a coleccionar informação de milhões de quilómetros de carros conduzidos para criar uma maior precisão do modelo do mundo através de análises neuronais.

Ainda assim, as previsões de quando vamos ter um carro completamente autónomo variam entre os mais optimistas que dizem que o Audi A8 está próximo e os mais pessimistas que indicam 2050.

Isto porque há vários níveis de condução autónoma: do nível 1, com o já habitual cruise control, ao nível 5, com autonomia total. Só a partir do nível 3 é que um carro pode ser considerado autónomo.

Mas quando que pensamos em condução autónoma, pensamos num carro que conduz sozinho, em ambiente razoavelmente controlado. No nível 5 nem precisa de ter volante e botões. Cada uma destas evoluções vai demorar vários anos, entre 5 e 10 anos entre cada fase.

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