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Pioneiros da bateria de iões de lítio conquistam Nobel da Química 2019

Os cientistas John Goodenough, Stanley Whittingham e Akira Yoshino ganharam esta quarta-feira o prémio Nobel da Química pelo desenvolvimento de baterias de iões de lítio, uma importante tecnologia para reduzir o uso de combustíveis fósseis.

Stanley Whittingham, da Universidade Binghamton (Universidade Estatal de Nova Iorque) desenvolveu a primeira bateria de lítio funcional no início da década de 1970. John B. Goodenough, da Universidade do Texas (Austin, Estados Unidos) duplicou o potencial da bateria na década seguinte e Akira Yoshino, da Universidade Meijo e Asahi Kasei Corporation (Japão) eliminou o lítio puro da bateria, elevando a segurança do dispositivo.

“As baterias de iões de lítio revolucionaram as nossas vidas e são usadas em tudo, desde telemóveis a computadores portáteis e veículos elétricos. Através do seu trabalho, os laureados com o prémio da Química deste ano lançaram os fundamentos para uma sociedade sem fios e sem combustíveis fósseis”, explicou a Real Academia Sueca das Ciências.

Aos 97 anos, o norte-americano Goodenough tornou-se no vencedor mais velho a receber um Nobel.

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