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EMEL deixa mais de 120 pessoas à espera de lugar por causa de artista

O Parque de Estacionamento da Graça abriu ao público em fevereiro, mas uma providência cautelar interposta por um artista espanhol, dono de um palácio anexo, obrigou a EMEL a encerrar o primeiro piso.

Dos 60 espaços destinados a avenças mensais, há ainda 15 para atribuir e uma lista de espera que conta com 124 pessoas. A empresa municipal, em declarações ao DN, afirma que estão a ser atribuídas “progressivamente”.

Anunciado como uma resposta da autarquia à falta de estacionamento no bairro da Graça (ruas estreitas, alargamento da zona pedonal e boom de turismo), o Parque de Estacionamento, que custou perto de um milhão de euros, foi encerrado por causa de uma providência cautelar interposta por José María Cano, artista espanhol e ex-membro da banda de pop-rock Mecano, que comprou o Palácio Teles de Menezes em 2017 (por 3,5 milhões de euros).

O artista não gostou que a EMEL colocasse um piso superior no parque já existente (e utilizado pelos Bombeiros), queixando-se que o piso superior do parque tinha vista direta para os jardins e terraços onde costuma dar festas para a elite espanhola. A empresa lisboeta ainda colocou telas provisórias e encerrou o piso 1, mas não foi suficiente – Cano interpôs mesmo uma providência cautelar com vista a encerrar o parque em definitivo.

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