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#Ensaio – DS 3 Crossback 1.2 Puretech – Vertente rebelde

O tom dourado e os elementos mais desportivos do acabamento Performance Line anunciam uma opção diferente do resto da gama e com um visual mais traquina.

O arrojo das linhas do DS 3 Crossback já nos faz lembrar alguns dos brinquedos que andam lá por casa, mas com a presença do acabamento Performance Line, há diversos outros elementos que acabam por nos despertar um pouco mais de curiosidade. Para começar, as jantes de tom negro realçam ainda mais o tamanho das cavas das rodas e depois, todos os elementos que normalmente conhecemos em cromado, nesta versão, são disponibilizados num tom negro que faz com que a cor dourada da carroçaria revele da melhor forma todos os seus detalhes, traços e efeitos de sombra.

Na zona inferior das portas dianteiras, o logo do acabamento Performance Line anuncia a presença desta opção, mas é disponibilizado em conjunto com um novo logotipo da marca para o capot e para a tampa da bagageira, mas também para a própria chave do carro, que passa a incluir uma faixa vermelha. Graças a uma das opções incluídas na unidade ensaiada, esta nem sequer precisa de sair do bolso ou da mochila, pois assim que nos aproximamos do DS3, os puxadores das portas saem da sua posição à face da carroçaria e libertam o espaço suficiente para se possam usar para abrir as portas.

No habitáculo, esta opção mais desportiva conta com diversos acabamentos em Alcântara no tablier e nos painéis das portas, mas também com os estofos em pele e tecido e com todas as costuras do volante, painéis das portas, assentos e tablier com os mesmos tons dos logotipos da Performance Line (vermelho, branco e dourado). Para terminar, e para que não existam duvidas sobre que ambiente se trata, a zona do tablier em frente ao passageiro da frente, também inclui um destes logos.

De resto, o habitáculo deste DS 3 Crossback também conta com os mais variados elementos triangulares que conhecemos de outros modelos da marca, sendo que estes conseguem formar as saídas centrais da ventilação e os comandos de todo o sistema, estando instalados na consola central. Entre os assentos, marcam presença os originais comandos de abertura dos vidros e do trinco das portas, também com um desenho bastante original e que casa na perfeição com o incremento de qualidade que faz parte dos modelos da marca francesa, ainda que o DS 3 se trate do seu modelo de acesso. A qualidade dos materiais é elevada e a montagem dos mesmos é cuidada, ficando uns furos acima do que costumamos encontrar na maioria dos modelos desta categoria.

E para que a diversão não seja apenas visual, o DS 3 Crossback também conta com uma boa posição de condução e com um espaço a bordo razoável, sendo apenas um pouco mais limitado para quem viaja atrás. O motor a gasolina da unidade ensaiada é o que soma apenas 100 cavalos de potência e claro que não podemos deixar de imaginar como serão as versões de 130 ou 155 cavalos desta mesma opção. Mas ainda assim, consegue um desempenho interessa e a tal atitude mais traquina de que lhe falávamos há pouco. Se nos portarmos bem, este bloco recompensa-nos com médias de consumo mais comedidas, mas como a vontade de o fazer nem sempre é muita, o preço a pagar são valores um pouco acima do desejado no computador de bordo.

Com o acabamento DS Performance Line, o preço base desta versão já fica acima dos 30 mil euros, mas é justamente esta opção que vai permitir ao DS3 ficar com este visual um pouco mais desportivo, através do tejadilho de cor negra, dos vidros traseiros escurecidos, das óticas traseiras em LED e, acima de tudo, das jantes de liga leve de 17 polegadas de cor negra. Além destes equipamentos, a unidade ensaiada ainda contava com a presença de opcionais como o excelente sistema de iluminação Matrix LED Vision, o cativante sistema de som de qualidade mais elevada, desenvolvido pela Focal e o Pack Techo, que inclui a navegação, a camara traseira com os sensores dianteiros e traseiros e o acesso e arranque mãos livres, com possibilidade de usar o smartphone em vez da chave. O preço final de tudo isto é bem mais elevado que o desejado, mas traduz o nível de qualidade e equipamento que encontramos nesta opção de visual mais rebelde da gama DS3 Crossback.

VEREDICTO
As linhas do novo DS3 Crossback parecem perfeitamente inspiradas nos mais elitistas espaços urbanos, mas a decoração da versão Performance confere-lhe o visual mais irrequieto e desportivo que acaba por enaltecer os préstimos da motorização a gasolina, sobrealimentada e com um temperamento mais irrequieto.

FICHA TÉCNICA
DS3 Crossback 1.2 Puretech BeChic DS Performance Line

MOTOR: 3 cilindros em linha; injeção direta com turbo; Cilindrada (cm3): 1.199; Potência máxima (cv/rpm): 100/5.500; Binário máximo (Nm/rpm): 205/1.750; TRANSMISSÃO: Tração dianteira; Caixa manual de seis velocidades; Suspensão (fr./tr.): Independente, tipo McPherson; Eixo de torção; DIMENSÕES: Comprimento/Largura/Altura (mm): 4.118/1.791/1.536; Distância entre eixos (mm): 2.558; Largura de vias (fr./tr.) (mm): n.d./n.d.; Travões (fr./tr.) Discos ventilados/Discos; Peso (kg): 1.245; Capacidade da bagageira (l): 350; Depósito de combustível (l): 41; Pneus (fr./tr.): 215/60 R17; PRESTAÇÕES: Aceleração de 0-100 km/h (s) 10,9; velocidade máxima (km/h) 181; CONSUMOS (WLTP): misto/vel.baixa/vel.média/vel.elevada/vel.muito elevada (l/100 km): 5,6/6,6/5,2/4,8/6,1; Emissões de CO2 (g/km) 127;

PREÇO (versão base): 30.600 euros
PREÇO (unidade ensaiada): 37.450 euros

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