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Lisboa é a 30.ª cidade do mundo mais segura para conduzir

Lisboa é a 30.ª cidade mais segura do mundo para conduzir, com uma taxa de acidentes fatais de cerca de 2,30 por cada 100 mil habitantes.

Lisboa está no fim da tabela das cidades mais circuláveis, segundo o estudo The 2019 Driving Cities Index. A capital portuguesa ocupa a 74.ª posição de um ranking que analisa 100 cidades em todo o mundo. Existem, em média, 0,44 carros por habitante na cidade lisboeta, um número que consegue ultrapassar Barcelona (0,39), Berlim (0,29) ou Estocolmo (0,24). Ainda assim, longe dos números de Atenas, a capital grega: 0,77.

Lisboa é também a cidade onde sai mais caro abastecer (83.º), com os preços a bater nos 1,67 dólares por litro. A diferença que a separa de Oslo, capital da Noruega, a cidade com os combustíveis mais caros do mundo, é pouca: 1,91 dólares por litro. Por outro lado, Lagos, na Nigéria, é a cidade com os preços mais competitivos (0,40 dólares por litro), seguida do Dubai (0,59) e de San António (0,64), nos Estados Unidos.

Os impostos sobre a circulação automóvel também não saem baratos para os portugueses a conduzir na capital. Lisboa aparece para lá do 50.º lugar, com custos na ordem dos 191,86 dólares por ano. Todavia, estão significativamente abaixo de Roterdão, onde o preço anual ronda os 578.33 dólares, enquanto Lagos, na Nigéria, é a cidade mais barata (13.99 dólares por ano).

No que diz respeito ao estacionamento, Lisboa está no limiar (49.º), com um preço de aproximadamente 5,97 horas por cada duas horas. Em Sidney, na Austrália, a conta de estacionamento chega aos 39,23 dólares pelo mesmo tempo.

Mas nem tudo é mau. Lisboa é a 30.ª cidade mais segura do mundo para conduzir, com uma taxa de acidentes fatais de cerca de 2,30 por cada 100 mil habitantes. Já Ulaanbaatar, na Mongólia, regista o maior número de acidentes (16,50), seguida de Moscovo, na Rússia (23,40), e Karachi, no Paquistão (6,60).

O The 2019 Driving Cities Index foi elaborado pela marca de peças de automóveis Mister Auto, tendo em conta critérios como o número de carros, o tempo passado ao volante, a qualidade das estradas e dos transportes públicos, a idade dos veículos, a qualidade do ar, custos de estacionamento e de combustível e, entre outros, número de acidentes, que foram depois agrupados por infraestruturas, segurança e custos.

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