Notícias actualizadas ao minuto sobre o sector automóvel

Bancos vão suspender por seis meses crédito do carro

Alguns bancos, como a Caixa Geral de Depósitos (CGD), Santander, BPI e Crédito Agrícola estão a ir além do que foi decidido pelo Governo em matéria de apoio às famílias e empresas por causa da Covid-19, indica o Jornal de Notícias (JN).

Estas instituições financeiras já se disponibilizaram a conceder moratórias de crédito aos seus clientes não só na prestação da casa, mas também no crédito ao consumo, revelou o JN esta segunda-feira.

Ou seja, na prática, estão abrangidos pequenos empréstimos, como a prestação do carro ou mesmo a compra de um frigorífico, enquanto outros estão dispostos a conceder um ano de moratória no crédito à habitação contra os obrigatórios seis meses anunciados pelo Governo.

Mesmo antes da publicação do decreto-lei na passada sexta-feira, a CGD já tinha sido a primeira a avançar com a disponibilização da moratória no crédito à habitação, sendo que também anunciou a extensão aos contratos de crédito ao consumo.

Nesse sentido, a CGD decidiu-se pela “avaliação de potencial carência de capital até seis meses para crédito à habitação e crédito pessoal, mediante pedido do cliente e em condições de simplicidade de acesso”.

O BPI disponibilizou para empresas e famílias “moratórias no crédito à habitação, pessoal e automóvel” por seis meses, estando mesmo disponível para analisar o crédito concedido para uma segunda casa.

Para as 250 mil famílias clientes do Santander que “têm crédito habitação no banco, aos clientes que têm crédito pessoal e às 67 mil empresas que se financiam junto do banco” dá-se a possibilidade de, “tendo tido redução dos seus rendimentos, terem desde já a suspensão do processamento das suas prestações e adesão à moratória do banco que permite a carência de capital de seis meses”.

O Crédito Agrícola é, segundo o JN, a única instituição financeira que, tanto no crédito à habitação como no do consumo, se disponibiliza a oferecer uma moratória de um ano contra os seis meses da lei que entra hoje em vigor, desde que esteja em situação regularizada junto do banco, do Fisco e da Segurança Social, como explicou na passada quinta-feira o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.

Ler Mais

pub


OUTRAS NOTÍCIAS
Comentários
Loading...