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CEO da Jaguar Land Rover eleito membro da Royal Society

A nomeação é um reconhecimento da promoção da investigação e desenvolvimento por Speth, no Reino Unido, e do seu compromisso para a educação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).

O Professor Sir Ralf Speth, CEO da Jaguar Land Rover, junta-se a uma série de cientistas excecionais de todo o mundo que foram selecionados pela Royal Society pelas suas contribuições notáveis para o conhecimento científico. Nas suas fileiras encontram-se seis Prémios Nobel, bem como líderes internacionalmente reconhecidos da indústria e política científica. Ativa desde 1660, a Royal Society é uma sociedade composta por muitos dos cientistas mais eminentes do mundo e é a academia científica mais antiga.

Sir Ralf Speth comentou, após a sua eleição: “Sinto-me honrado por ter sido selecionado para a Royal Society pela minha dedicação a temas que são muito importantes para mim e fundamentais para a sociedade”.

“A mobilidade irá sofrer mais alterações nos próximos dez anos do que as verificadas ao longo de todo o século passado. Através da colaboração e investimento contínuo em I+D, podemos liderar a transição para sistemas de mobilidade ligados, integrados e sem barreiras entre o setor público e privado. Vamos continuar a fazê-lo com um foco claro na nossa missão ‘Destination Zero’: zero emissões, zero acidentes e zero engarrafamentos. A nossa aspiração é tornar as sociedades mais seguras e saudáveis e o nosso meio ambiente mais limpo. Para o conseguirmos, devemos apoiar o talento e nutrir a próxima geração de mentes brilhantes, que são a força de trabalho do futuro”, conclui o responsável.

Sir Ralf Speth liderou a transformação na Jaguar Land Rover, que passou de um fabricante de prestígio no Reino Unido a uma empresa global Premium e um respeitado líder em tecnologia automóvel. Sob a sua direção, a companhia tornou-se o primeiro fabricante de veículos Premium a desenhar e construir um SUV de alta performance completamente elétrico: o inovador Jaguar I-PACE. Nos últimos dez anos, Sir Ralf Speth assumiu o compromisso de desenvolver a educação STEM em todos os níveis.

Em fevereiro, a Jaguar Land Rover inaugurou oficialmente o National Automotive Innovation Centre (NAIC), com a presença de SAR o Príncipe de Gales. Localizado na Universidade de Warwick, é uma das maiores instalações de investigação e desenvolvimento automóvel da Europa. Trata-se de um grande exemplo de como académicos e fabricantes como a Jaguar Land Rover podem trabalhar em conjunto para abordar os maiores desafios de mobilidade da sociedade. Os parceiros que trabalham em conjunto no NAIC estão a desenhar o futuro e a ajudar a formar à próxima geração de engenheiros, designers e investigadores.

A empresa gere a sua própria Academia Jaguar Land Rover. Trabalhando em parceria com várias universidades, escolas, institutos e outros fornecedores de educação, a academia aumenta o envolvimento dos estudantes na educação STEM e promove oportunidades de carreira. Desde o seu lançamento, o programa de escolas da Jaguar Land Rover trabalhou com mais de 4,7 milhões de jovens em todo o mundo.

Através da Academia Jaguar Land Rover, são também disponibilizadas aos colaboradores oportunidades para desenvolver e aprender novas capacidades em qualquer etapa das suas carreiras. Todos os anos são ministradas milhões de horas de formação e uma percentagem elevada dos colaboradores trabalha para obter uma qualificação académica ou profissional oficial. A Jaguar Land Rover é o maior fornecedor de formação no setor automóvel do Reino Unido e um importante empregador de pessoal licenciado.

Venki Ramakrishnan, Presidente da Royal Society, afirmou: “Neste momento de crise mundial, a importância do pensamento científico – e dos medicamentos, tecnologias e conhecimentos que disponibiliza – nunca foi mais evidente. Os nossos membros são fundamentais para a missão da Royal Society: utilizar a ciência em benefício da humanidade. Embora a eleição de um membro seja um reconhecimento das contribuições individuais excecionais para a ciência, resulta também na formação de uma rede de especialistas à qual é possível recorrer para abordar questões de importância social e mundial. Os membros eleitos este ano contribuíram para configurar o século XXI através do seu trabalho na vanguarda de campos que vão do genoma humano até à ciência climática e machine learning”.

“É para mim um grande prazer celebrar estes feitos e os que estão por vir, e dar-lhes as boas vindas às fileiras da Royal Society”, remata o executivo.

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