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Covid-19: DECO defende redução do preço do seguro automóvel

Se a elevada sinistralidade rodoviária é habitual pretexto para subir preços, é justo que a forte redução de acidentes nos meses de confinamento leve agora as seguradoras a baixar prémios, afirma a DECO.

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) defende que se a elevada sinistralidade rodoviária é normalmente um pretexto para um aumento dos preços, a redução do número de acidentes deve conduzir a uma baixa de preços por parte das seguradoras.

“Apesar de já ter sido publicada legislação que protege os consumidores de seguros confrontados com dificuldades em pagar as respetivas apólices, impondo o prolongamento das coberturas obrigatórias por mais 60 dias, lamentamos que nada tenha sido ainda revelado quanto à forma como as seguradoras vão refletir no preço do seguro automóvel a recente quebra acentuada de sinistralidade rodoviária”, pode ler-se no comunicado da DECO.

Uma vez que nas últimas semanas grande parte dos portugueses esteve em casa, em confinamento, o número de acidentes nas estradas reduziu-se.

“Como os prémios de seguros são pagos antes de a cobertura se iniciar, as receitas das seguradoras não foram afetadas, mas as despesas sofreram cortes muito acentuados. Logo, se as seguradoras refletem habitualmente o aumento de acidentes na subida dos prémios das apólices, esperamos que a inversão da curva de sinistralidade tenha também igual projeção na descida dos preços dos seguros”, defende a DECO.

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